miércoles, 7 de marzo de 2012

Algarve. Cemitério com cinco mil anos vira museu a céu aberto

Os cerca de vinte sepulcros do período neolítico e calcolítico que integram o Centro de Acolhimento e Interpretação de Alcalar passaram este mês a ser uma extensão do Museu de Portimão. O espaço ao ar livre está a sofrer obras de beneficiação, abrindo no próximo dia 24 de março, com uma programação cheia de atividades que dão a descobrir os monumentos pré-históricos e o modo de vida em terras algarvias há cinco mil anos

Nuno Couto/Jornal do Algarve
Consegue imaginar a vida antes da invenção da roda, do isqueiro e do computador? Há 5.000 anos, a pedra era o material mais precioso do mundo e o único que garantia o controlo sobre a natureza. Com ela, construíam-se muralhas, túmulos, armas, objetos e utensílios para todos os efeitos.

Para compreender melhor o quotidiano dos nossos antepassados é indispensável uma visita à necrópole de Alcalar, localizada a cerca de nove quilómetros da cidade de Portimão, na estrada entre a Torre e a Senhora do Verde.

Composto por cerca de 20 sepulcros agrupados em vários núcleos, este espaço cultural inclui ainda dois edifícios megalíticos e é atualmente um dos monumentos megalíticos mais importantes do país, classificado como monumento nacional.

Ao longo dos últimos anos, Alcalar e os seus vestígios com mais de cinco mil anos têm sido alvo de visitas guiadas, dinamizadas pelo Museu Municipal de Portimão.

Agora, desde o início deste mês que o centro de acolhimento e interpretação transitou da Direção Regional de Cultura do Algarve para uma gestão conjunta com o município de Portimão, passando a ser um polo do Museu de Portimão.

Em sequência desta mudança, o centro encerrou na semana passada para obras de beneficiação, "reabrindo no próximo dia 24 com diversas iniciativas ligadas à descoberta dos monumentos megalíticos e com um novo horário de terça a sábado"...

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Arrikrutz, de la realidad a la ficción

La relación que Iñaki Zubeldia y Arrikrutz iniciaron hace casi medio siglo sigue estrechándose. El escritor ikaztegietarra está preparando un cuento de ficción, que toma como base la historia real del hallazgo del león cavernario, y desarrolla una bonita historia de aventuras que llevará al descubrimiento de un pequeño león prehistórico, hijo del hallado en 1966

«Es una concesión literaria-explica Zubeldia- porque el ejemplar que hallamos en Arrikrutz era macho y en el cuento digo que era hembra, una leona que se aparece en sueños a una pequeña aventurera que quiere ser exploradora para guiarle en la búsqueda y que el bebé descanse junto a su amatxo».

De momento, no vamos a desvelar más los entresijos de 'Ainhoak exploratzailea izan nahi du', pero hay un pequeño grupo de privilegiados que ya han podido disfrutarla. Se trata de los alumnos...

Diario Vasco