sábado, 23 de abril de 2016

Excepcional producción científica del Grupo de Evolución Humana de la UBU


José Miguel Carretero afirma que será difícil conseguir tal producción científica de nuevo. Luis López Araico

El equipo de la Universidad de Burgos liderado por José Miguel Carretero publicó 40 trabajos en revistas de tan alto impacto en un mismo año

UBU/DICYT El año 2015 fue excepcional para el grupo de investigadores de la Universidad de Burgos que trabaja en el área de la Evolución Humana, agrupando miembros de las áreas de Paleontología y Prehistoria del Departamento de Historia, Geografía y Comunicación. Cristalizaron diversas investigaciones cuyo resultado ha sido la publicación de 40 trabajos científicos de impacto en revistas dentro del Journal Citation Reports (JCR), el índice de revistas científicas más prestigioso que existe a nivel mundial, algunas de ellas tan importantes como Proceedings of the National Academy of Science of the United States of America, Journal of Human Evolution, Quaternary Science Reviews o Earth and Planetary Science Letters, que se encuentran entre las 5 primeras de su especialidad.

Los investigadores del Grupo de Evolución Humana (GEH) han liderado, dirigido y participado activamente en trabajos dentro de las distintas líneas de investigación que se desarrollan en estas áreas. Los trabajos abarcan una amplia gama de materias: la paleobiología, la tecnología y los modos de subsistencia de los humanos primitivos de la Sierra de Atapuerca y otros yacimientos Ibéricos, la cultura material o la paleogenética de los pastores Calcolíticos, los cambios medioambientales a lo largo de los últimos 10.000 años, la aplicación del TAC a estalagmitas para realizar estudios paleoclimáticos, los estudios de arqueomagnetismo para investigar la fabricación de objetos cerámicos o la datación de campamentos del Pleistoceno Superior o el Holoceno. [...] dicyt.com

El estudio de la evolución de la cognición a través del arte rupestre


Cartel del curso impartido por el Dr. C.J. Cela Conde

El Centro Lombardo Toledano a través del área de estudios en filosofía de la ciencia ha impulsado el establecimiento de un proyecto de investigación en arte rupestre. Una primera actividad vinculada con ello fue el curso ‘De los símbolos al arte: la evolución de la percepción estética’, impartido en enero de 2015 por el profesor Camilo José Cela Conde, en las instalaciones de nuestra institución. Una consecuencia de dicho evento derivó en un genuino interés por algunos aspectos concretos vinculados a la evolución del pensamiento simbólico como la aparición de una ‘nueva mente’ capaz de generar ‘representaciones artísticas’. Así, surgió el proyecto de investigación ‘Hominización, simbolismo y arte rupestre’.

Los integrantes de este proyecto tienen orientaciones profesionales diversas relacionadas con el estudio de la evolución humana que es la directriz del enfoque con que se orienta esta investigación: arqueólogos, antropólogos, lingüistas, entre otros. Destaca también la reflexión filosófica que implica el pensamiento simbólico desde un punto de vista evolucionista. Es importante resaltar lo anterior porque una parte importante de investigaciones relativas al arte rupestre se enfocan en los estilos artísticos y en los aspectos estéticos relacionados con la creación artística. Este proyecto, en cambio, tiene un énfasis primordial en los elementos evolutivos ligados a la cognición. [...] centrolombardo.edu.mx

Stonehenge may have been a CEMETERY, archaeologists suggest



Towering above the grassy Salisbury Plain, its eerie rock monoliths are steeped in myth and magical stories, yet despite decades of research, the original purpose of Stonehenge remains a mystery.

 A new study by archaeologists, however, has suggested the imposing stone circle may have initially been used as a cremation cemetery for the dead.

Charred remains discovered on the site were unearthed in holes - known as the Aubrey Holes - that have been found have to once held a circle of small standing stones.

Fresh analysis of the burned bones has revealed they were buried in the holes over a period of 500 years between 3,100BC and 2,600BC.

During this time the enormous sarsen trilithons, many of which still stand today, were erected.

But after 2,500BC, the people who used Stonehenge appear to have stopped cremating and burying human remains in the stone circle itself, instead burying them in a ditch around the periphery.

This, according to Professor Mike Parker-Pearson, an archaeologist at University College London, and his colleagues, suggests there was a shift in the cultural significance of Stonehenge around this time.

They argue that it later became a place to revere long-dead ancestors who had been buried on the site.

Writing in the journal Antiquity, they said: 'Stonehenge changed from being a stone circle for specific dead individuals linked to particular stones, to one more diffusely associated with the collectivity of increasingly long-dead ancestors buried there.

'This is consistent with the interpretation of Stonehenge's stage two as a domain of the eternal ancestors, metaphorically embodied in stone.' [...] Daily Mail Online

Quand homo sapiens faisait son cinéma



DVD/Blu-ray: Quand homo sapiens faisait son cinéma
Réalisateurs : Pascal Cuissot, Marc Azéma
Format : PAL
Audio : Français
Nombre de disques : 1
Studio : zed
Date de sortie du DVD : 10 octobre 2015
Durée : 52 minutes




Extrait de "Quand Homo Sapiens faisait son cinéma" por LePoint


D'autres DVD en rapport: Quand Homo Sapiens faisait son cinéma : La grotte Chauvet [Édition Limitée]

Uma gruta com vestígios de ocupação humana do Paleolítico Médio foi descoberta em Portugal


 
Homem de Neandertal pode “tramar” a ETAR da Companheira

Uma gruta com vestígios de ocupação humana do Paleolítico Médio, de há mais de 40 mil anos, atribuíveis ao Homem de Neandertal, foi descoberta no terreno onde há um mês começou a ser construída a ETAR da Companheira, na margem da ribeira de Boina, afluente do Arade, em Portimão.

Esta gruta está, para já, fora da área de intervenção da obra, mas esta semana foi descoberta uma segunda cavidade, bem no meio dos trabalhos. A importância do achado arqueológico pode obrigar a alterar os projetos da azarada ETAR da Companheira, levando a um atraso na obra.

Para debater as implicações dos achados arqueológicos e os passos seguintes esta manhã teve lugar uma reunião no local da obra, que contou com técnicos da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Direção-Geral do Património Cultural (ex-Igespar), do Centro Náutica de Arqueologia Náutica e Subaquática, da Direção Regional de Cultura, da Câmara de Portimão, do empreiteiro e ainda do dono da obra, a empresa Águas do Algarve.

Nuno Bicho, arqueólogo especialista na Pré-História e professor da Universidade do Algarve, adiantou ao Sul Informação que, «logo que foi descoberta a primeira gruta, uma equipa da UAlg e de colegas da Direção Regional de Cultura fizeram uma primeira intervenção arqueológica, para medir o seu potencial», tendo entrado na cavidade natural aberta no subsolo calcário, que se pensa poder mesmo ter várias ramificações e outras galerias mais estreitas.

E o que descobriram entusiasmou os investigadores. «Foram encontrados, apenas numa intervenção de sondagem inicial, ossos de animais e utensílios em pedra talhada», com características atribuíveis a uma ocupação do Paleolítico Médio, feita pelo Homem de Neandertal. [...] Sul Informação


Actualización: Gruta do Neandertal da Companheira terá portão para que a investigação prossiga | Sul Informação / Link 2

1/7. O arqueólogo Nuno Bicho à entrada da gruta. Fotos: Elisabete Rodrigues | Sul Informação

A gruta junto à ribeira de Boina e à EN125, na zona da Companheira (Portimão), onde há cerca de um mês sondagens arqueológicas descobriram vestígios de ocupação pelo Homem de Neandertal, com 50 a 60 mil anos, vai passar agora a ter um portão, que apenas permita a entrada aos investigadores.
 
É que, apesar de os vestígios serem apenas constituídos por instrumentos de pedra lascada e restos de ossos de animais, só visíveis aos olhos treinados dos arqueólogos, a gruta é muito acessível, porque a entrada se situa no talude da EN125, e, com toda a publicidade que tem sido dada ao caso, teme-se que possa haver visitantes indesejados, que, mesmo sem querer, destruam os frágeis vestígios desses nossos antepassados remotos.

O mais curioso é que, apesar de a gruta se situar a 30 metros do perímetro da obra da nova ETAR da Companheira e a 45 metros do local onde efetivamente haverá trabalhos de construção, o dono da obra, a empresa Águas do Algarve, é que vai pagar o portão, em articulação com a Direção Regional de Cultura do Algarve.

2/7. Alguns dos instrumentos em pedra lascada feitos pelo Homem de Neandertal e recolhidos na gruta da Companheira
 
Nuno Bicho, o professor e arqueólogo da Universidade do Algarve que coordena os trabalhos de sondagem em curso e descobriu os instrumentos em pedra lascada talhados à moda do Neandertal, ...